sábado, 13 de julho de 2013

Hospedagem em Lima: Flying Dog Hostel

A cadeia da rede Flying Dog possui três albergues em Miraflores, Lima. Fiquei nesse aí, em cima da La Lucha  Sangucheria, em um quarto privativo com banheiro.
O atendimento foi simpático.
 O quarto era espaçoso e não posso me queixar da cama.
 Uma cômoda, uma televisão antiga, uma mesa e um poltrona com cara de velha compunham o resto do ambiente. Deu para perceber que a cortina é clara, não tinha black out. 
O maior problema, para mim, foi o banheiro. A água quente funcionou bem, mas a limpeza deixou a desejar. Eles fornecem toalhas, mas estavam bastante gastas, melhor trazer a sua.
 O café da manhã é servido no Café de la Paz, na Praça Kennedy, pertinho do hostel. Basta apresentar o ticket que o hostel te dá.
O café era simples, mas deu para o gasto.
No último andar há um espaço de convivência com vista para o parque
E uma cozinha para os hóspedes.
Um dia, fui acordada com um barulho estranho: eles estavam tirando algumas coisas do albergue antes das 8h da manhã!
O hostel tem WiFi grátis. Não consegui conexão, mas pode ter sido um problema com meu tablet. Acabei usando uma lan house pertinho do hostel.
Hotel: Flying Dog Hostel
Mártir Olaya, 280 (esquina com a Diagonal) - Miraflores - Lima
Atenção: eles tem outros dois prédios na mesma região. Fique atento na hora da reserva.
Reserva: Diretamente no site do hostel, 3 meses antes da viagem.
Preço: cerca de US$ 40 (99 soles)  em um quarto duplo, preço de julho/13
Adorei: a localização
O que poderia ser melhor: a limpeza do banheiro
Localização:

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Esse não é um post patrocinado e reflete a minha opinião no período em que me hospedei no hotel/hostal.  Não deixe de ler mais opiniões no tripadvisor e em sites de reservas de hotéis. Os serviços prestados podem variar com o tempo seja, por exemplo, por uma obra ao lado ou pela mudança na administração do local. 
Fotos by Lu Malheiros

terça-feira, 9 de julho de 2013

Hospedagem em Cuenca, Equador: Hostal Casa Lloret

Descobri o Casa Lloret por acaso. E quase não me hospedei lá por que eles estão localizados a uns 3 km do centro de Cuenca e, em cidades menores, prefiro ficar perto do centro histórico. Mas as fotos do lugar me agradaram e decidi fazer a reserva.
A primeira dificuldade foi descobrir onde ficava a casa, pois não havia nenhuma placa indicativa.
Como o taxista era muito paciente, acabamos descobrindo.
E não me arrependi!

Cama confortável, lençóis macios e quarto limpíssimo!

A ducha de água quente demorava um pouco para esquentar. Mimos: shampoo e sabonete.

O quarto era amplo, com TV tela plana com canal a cabo e, teoricamente, WiFi grátis, mas só consegui sinal na recepção. A vista do quarto dava para um jardim e um prédio.
A garrafa de água era cortesia.
Para os alérgicos: o piso não é de carpete.
Como não havia aquecedor, pedi mais uma colcha logo na primeira noite.
Quem cuida do hostal é a própria família Lloret e a Estefanía além de simpática é muito competente.
O café da manhã é servido em uma bancada, o que é ótimo, pois facilita a integração entre os hóspedes. 
Foi aqui que conheci a Norma, uma pessoa incrível que me apresentou a sua família e tornou a minha visita a Quito muito melhor (mais isso é tema de outro post).
Conheci, também, um casal americano aposentado que estava de mudança para Cuenca. Parece que há um grande número de aposentados americanos e europeus se mudando para a cidade!
O hostal tem 7 suites na casa principal e o meu ficava no 1o. andar, o que me pareceu melhor, já que os quatros do térreo devem sofrer um pouco com o barulho.
O hostal também tem dois apartamentos externos que eles chama de suite .
Como elas estavam ocupadas, não pude tirar fotos. Eles possuem um quarto, cozinha e uma pequena sala. Vejam fotos no site do hostal.

Carlos Quinto 3-12  e Isabel la Católica, Cuenca, Equador
Reserva: 2 meses antes via booking. Me hospedei lá em julho/12
Preço: US$ 40 (single) e US$ 70 (duplo) com taxas em junho/13
Adorei: o atendimento pra lá de simpático e o silêncio do lugar.
O que poderia ser melhor: O WiFi não pegava no meu quarto e a água quente demorava a esquentar.
Localização
Esse não é um post patrocinado e reflete a minha opinião quando me hospedei no hostal/hotel. Não deixe de ler mais opiniões no tripadvisor e em sites de reservas de hotéis como o booking. Os serviços prestados podem variar com o tempo seja, por exemplo, por uma obra ao lado ou pela mudança na administração do local.
P.S: Como falei em outro post, acabei conversado, por acaso com o Luca, um italiano que tem família no Equador. Ele e a esposa são os donos do Casa de Las Rosas um hotel que está mais próximo do centro de Cuenca. Não cheguei a conhecer o lugar e na época que estive em Cuenca (julho/12) eles ainda não tinham aberto. Por enquanto, há poucas (mas ótimas) revisões no booking. Fique de olho, pode ser outra boa opção de hospedagem.
Todos os post da viagem ao Equador estão listados aqui.
Fotos by Lu Malheiros

sábado, 6 de julho de 2013

Como ir de Guayaquil para Cuenca

A ideia era ir de Guayaquil para Cuenca de ônibus, mas todo o blog que eu lia recomendava que fosse de van. Já na cidade, pedi ajuda ao pessoal do hostal e a resposta foi a mesma, o melhor seria ir de van. Quando perguntei como fazia para comprar a passagem, eles não pensaram duas vezes e ligaram para a Operazuay para fazer a minha reserva para o dia seguinte.
Precisei tomar um táxi do hostal até o pequeno centro comercial onde fica a Operazuay. Não me lembro quanto paguei, mas não foi mais que US$ 4. Cheguei meia hora antes do embarque e paguei US$ 12 pela passagem. Tinha gente comprando a passagem na hora. A van estava em ótimo estado de conservação e os bancos eram de couro.
A minha mala (de bordo) coube direitinho no pequeno bagageiro da van. Meus companheiros de viagem eram todos homens entretidos com seus smartphones, ninguém me perturbou. A van não lotou e fui sozinha no último banco, não há lugar marcado. Se não fosse pelo rádio ligado, daria para ouvir uma mosca voando.
Dica: de tarde, indo em direção a Cuenca, o sol bate do lado do motorista.
Achei que o motorista estava correndo um pouco, mas decidi ficar de boca fechada afinal eu era a única mulher a bordo e estrangeira. Fiquei um pouco mais preocupada quando notei algumas pedras grandes no meio da pista, mas me mantive calada. Cinco minutos depois, nosso motorista passou em alta velocidade por cima de um pedrão, o pneu estourou, a van ficou alguns segundos sem direção e invadiu a pista contrária! Tudo muito rápido. Sorte nossa que a estrada estava vazia. 
Pausa respirar e trocar o pneu. Meus companheiros de viagem continuaram sem abrir a boca, mas a cara deles..
Até que a troca do pneu não demorou (25 min). Ninguém fez menção de ajudar o motorista.
As pedras que aparecem nas fotos são as menores!
Fiquei conversando com um italiano casado com uma equatoriana. O papo foi legal e ele me contou que eles iam abrir uma pousada chamada Casa de las Rosas (que agora já está funcionando) em Cuenca. Ele fazia aquele trajeto com frequência e nunca tinha acontecido problemas.
O tempo total da viagem foi de cerca de 4h. As vans pegam a estrada que passa dentro do Parque Nacional de Cajas e que dizem ser a melhor. 
Paramos na sede da Operazuay en Cuenca e peguei um táxi para o hotel.
No dia seguinte, fui até o centro de informações turísticas de Cuenca para saber como visitar Ingapirca e Chordeleg. Ao contrário de alguns centros de informações, em Cuenca eles te dão dicas de como fazer os passeios de forma independente e só indicam agências de turismo se você pedir ou se fazer o passeio de modo independente for complicado. 
Acabei contando para a atendente a história do pneu furado, mais para puxar papo do que para reclamar. Pensei que ela ia sorrir e me dizer algo como "isso vive acontecendo", mas não. Ela perguntou qual tinha sido a empresa e se eu ainda tinha o bilhete. Catei o bilhete na bolsa e entreguei para ela que ligou imediatamente para Guayaquil! E deu uma bronca no pessoal da Operazuay dizendo que se recebesse mais alguma reclamação daquele tipo faria uma queixa formal e não recomendaria mais os serviços deles! Deu para perceber que o que aconteceu comigo foi exceção.
Para quem quiser fazer o trajeto de van, além da Operazuay, há uma outra transportadora a Ecuavan.
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Fotos by Lu Malheiros

quarta-feira, 3 de julho de 2013

Parque das Iguanas, Guayaquil

O Parque das Iguanas, também conhecido como parque Bolívar ou Seminario, é uma pracinha que fica em frente a Catedral de Guayaquil e perto do Malecón 2000.
A catedral estava sendo lavada por conta da festa da cidade, dia 25/julho!


Mas não tem jeito as iguanas roubam a cena




Encontrei essas duas jovens com roupa de época e não entendi nada! A princípio pensei que elas estivessem vestidas para alguma festa e fui perguntar. Me explicaram que, na semana em que se comemora o aniversário da cidade, vários artistas andam a caráter pelas ruas, recitando versos e ou passagens marcantes da história da cidade. Ideia simpática!
Ia fazer mais fotos das iguanas,mas a bateria da máquina acabou!
Nem preciso dizer que esse é um passeio dispensável para quem tem medo de iguanas, lagartixas e afins! Elas andam livremente pelo parque, ok?
Parque das Iguanas
Esquina das Ruas Clemente Ballén y Millán e Chile

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Fotos by Lu Malheiros

sábado, 29 de junho de 2013

Cerro de Santa Ana, Las Peñas, Guayaquil

A coisa mais importante que você precisa saber sobre o Cerro de Santa Ana em Las Peñas é que o lugar tem mais movimento no final de tarde/ noite e nos finais de semana. Muitos comparam o Cerro com o bairro de Santa Tereza no Rio, por conta dos bares e dos artistas do lugar. Pelo que vi, lembra um pouco, sim.
Isso não quer dizer que não vale a pena subir o morro em plena segunda-feira!

Las Peñas é o bairro onde a cidade nasceu e cada casa tem uma história. Dizem, por exemplo, que Che Guevara passou por aqui e trabalhou como pediatra.
Os degraus da escadaria principal são numerados...

Recolher o lixo por aqui não deve ser fácil!
E mesmo com o tempo nublado a vista do Rio Guayas é bonita.
No topo do morro há uma Igreja dedicada a Santa Ana...
E um farol...
O farol estava aberto e foi possível subir até uma varanda de observação.





O melhor jeito de chegar ao cerro de Santa Ana é ir caminhado a pelo Malecón 2000. O cerro fica em uma das extremidades do Malecón, facilmente identificável pelas casinhas coloridas no alto do morro.
Achei o lugar seguro, mas a recomendação é de que você tenha cuidado com os seus pertences.